“sem querer“.


Não somos apenas o que pensamos ser. Somos mais; somos também, o que lembramos e aquilo de que nos esquecemos; somos as palavras que trocamos, os enganos que cometemos, os impulsos a que cedemos...“sem querer“.
Somos também, aquilo que queremos ser, somos um pouco de cada um que vive conosco.
Somos mais dos nossos pais do que imaginamos, "sem querer".
Somos até o que não queremos,
seja pelo um momento de raiva ou de dor. Somos mais forte do que imaginamos, somos cada um , em cada dia com cada alguém. "sem querer"
( Freud, com adaptação)


E isso é uma questão de Melosquência!


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